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Dr. Rodrigo Tadashi
Martines

MÉDICO

CRM. 214.370 | RQE 153.287

Especialista em

Cirurgia de Cabeça e Pescoço

CRO. 60.052

CIRURGIÃ0-DENTISTA

Especialista em Implantodontia

Mestre em Odontologia

Câncer de Tireoide

Câncer de Tireoide


O câncer de tireoide afeta a glândula localizada na base do pescoço, responsável por regular funções metabólicas importantes do organismo. É considerado raro em comparação a outros tipos de câncer, mas sua detecção tem aumentado nos últimos anos — em grande parte graças ao maior acesso a exames de imagem e à investigação mais frequente de nódulos cervicais. A maioria dos casos apresenta bom prognóstico quando diagnosticado precocemente.


Tipos mais comuns


  • Carcinoma papilífero: o mais frequente, com crescimento lento e boa resposta ao tratamento.

  • Carcinoma folicular: mais raro, também com boas taxas de controle.

  • Carcinoma medular: pode estar associado a fatores genéticos hereditários.

  • Carcinoma anaplásico: o tipo mais agressivo e menos frequente.





Quais são os fatores de risco?


  • Histórico familiar de câncer de tireoide ou síndromes genéticas, como a neoplasia endócrina múltipla (NEM).

  • Exposição prévia à radiação, especialmente na infância.

  • Maior incidência em mulheres e na faixa entre 30 e 60 anos.


Sinais de alerta


Nos estágios iniciais, o câncer de tireoide costuma ser assintomático. Alguns sinais que justificam investigação:

  • Nódulo ou inchaço perceptível na região do pescoço.

  • Rouquidão persistente ou mudança na voz.

  • Dificuldade para engolir ou respirar.

  • Dor na região cervical.

Esses sintomas também podem estar associados a nódulos benignos e outras condições cervicais — por isso a avaliação especializada é o que diferencia um nódulo que precisa de acompanhamento de um que exige investigação mais aprofundada.

Diagnóstico?


A investigação de um nódulo tireoidiano combina, tipicamente:

  • Ultrassom cervical, para caracterizar o nódulo e identificar sinais de suspeição.

  • Punção aspirativa por agulha fina (PAAF), para análise citológica.

  • Dosagens específicas, como calcitonina em casos com suspeita de carcinoma medular, e TSH para avaliar a função tireoidiana geral.

  • Exames de imagem complementares, como cintilografia ou tomografia, quando há suspeita de disseminação.



Tratamento

A conduta depende do tipo e do estágio da doença. As abordagens mais utilizadas incluem:

  • Cirurgia (tireoidectomia parcial ou total): é o tratamento primário na maioria dos casos.

  • Terapia com iodo radioativo: utilizada após a cirurgia, quando indicada, para eliminar possíveis células remanescentes.

  • Reposição hormonal: para substituir a função da tireoide e auxiliar no controle do crescimento celular.

  • Radioterapia ou quimioterapia: reservadas a casos mais avançados ou agressivos.

A experiência cirúrgica em Cirurgia de Cabeça e Pescoço é particularmente relevante na etapa da tireoidectomia, dado o cuidado necessário com estruturas próximas à tireoide, como o nervo laríngeo recorrente e as glândulas paratireoides.


Prognóstico e acompanhamento

A maioria dos pacientes, especialmente com os tipos papilífero e folicular, tem um bom prognóstico. Pessoas com histórico familiar de câncer de tireoide devem manter acompanhamento médico regular, e qualquer nódulo cervical percebido merece avaliação especializada.


Notou um nódulo no pescoço ou tem histórico familiar de câncer de tireoide?

Agende uma consulta com o Dr. Rodrigo Tadashi — Médico Especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, CRM-SP 214.370 | RQE 153.287.

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